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  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Dr. Nuno Morais,Neurocirurgião.Cirurgia da coluna e cirurgia de tumores cerebrais.Hérnia discal cervical.Hérnia discal lombar.Canal lombar estreito/estenótico.Espondilolistese. Túnel cárpico.Tumores da coluna. Metástases. Glioblastoma.Glioma baixo grau Especialista em cirurgia minimamente invasiva da coluna vertebral e tumores cerebrais Saber Mais

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Túnel cárpico,dor na mão,formigueiros na mão,electromiografia,mediano,neurólise,síndrome cubital, cotovelo,mão dedos em garra Síndrome de Túnel Cárpico O síndrome de túnel cárpico é causado por compressão do nervo mediano, podendo causar dor, formigueiros, adormecimento e diminuição da força muscular na mão. O diagnóstico faz-se pela história clínica e electromiografia. O tratamento dos casos de gravidade ligeira faz-se com repouso, gelo, anti-inflamatórios (ibuprofeno, por exemplo) e fisioterapia. Nos casos que não respondem ao tratamento médico ou nos casos de gravidade igual ou superior a moderado na electromiografia, está indicado o tratamento cirúrgico. Através de uma abordagem minimamente invasiva , com uma incisão de 2-3 cm no punho (ver imagem ao lado), procede-se à descompressão do nervo mediano, sob anestesia local e em regime de ambulatório, o que permite uma mais rápida e eficaz recuperação face à cirurgia tradicional. Síndrome Cubital (no cotovelo) O síndrome cubital é causado pela compressão do nervo cubital no cotovelo, podendo causar alterações da sensibilidade, dificuldade na realização de movimentos finos, diminuição da força à preensão da mão e dor no cotovelo que pode irradiar para o braço ou para o antebraço. Em casos graves, pode provocar uma atrofia dos músculos da mão (interósseos e região hipotenar) e deformidade em garra do 4º e 5º dedo. O diagnóstico faz-se pela história clínica e electromiografia. O tratamento dos casos de gravidade ligeira faz-se com repouso, imobilização do cotovelo com ortótese, gelo, anti-inflamatórios (ibuprofeno, por exemplo) e fisioterapia. Nos casos que não respondem ao tratamento médico ou nos casos de gravidade igual ou superior a moderado na electromiografia, está indicado o tratamento cirúrgico. Através de uma incisão de 6-8 cm no cotovelo, procede-se à descompressão (e transposição, se necessário) do nervo cubital, sob anestesia local e sedação em regime de ambulatório.

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Tumor cerebral com qualidade de vida,tumor da coluna com qualidade de vida,melhores tratamentos tumores cerebrais,melhores tratamentos para tumores da coluna,neuronavegação,monitorização neurinoma do acústico,tipos tumores cerebrais,fluorescência 5-ALA,radiocirurgia,gamma-knife, consulta urgente Apresentação Em colaboração com médicos experientes de outras especialidades, desenvolvemos um plano de tratamento individualizado e avançado na área dos tumores cerebrais, de forma a oferecer o melhor tratamento possível ao doente e à sua família. Corpo Clínico Neurocirurgião é um médico especializado na remoção de todos os tipos de tumores cerebrais, utilizando os últimos avanços tecnológicos (técnica de fluorescência com Gliolan, cirurgia acordada, mapeamento cerebral, biópsia cerebral frameless, neuronavegação, monitorização neurofisiológica, microcirurgia, etc). Neuro-oncologista é o médico que coordena os tratamentos após a remoção/biópsia tumoral, podendo envolver quimioterapia, radioterapia/radiocirurgia/gamma-knife ou tratamentos experimentais (ensaios clínicos). Neurocirurgia - Dr. Nuno Morais Neuro-Oncologia Radioterapia/Radiocirurgia/Gamma-Knife Neurofisiologia Neuropatologia Neuropsicologia Medicina Física e Reabilitação Terapia da Fala Consulta da Dor Neurologia (consulta de epilepsia) Neuroradiologia Nutrição Psiquiatria e Psicologia (para o doente e família) Cuidados Paliativos Cuidados Paliativos no Domicílio Consulta de Grupo Oncológico (tumores cerebrais) Tipos de Tumores Cerebrais Os tumores cerebrais são classificados com base na célula que lhes dá origem no sistema nervoso central, com o aspecto das células ao microscópio e com a sua caracterização genética, o que determina o seu grau de malignidade. Graus dos tumores cerebrais: Grau I - o tumor de grau I é um tumor de crescimento lento, em que as células se parecem muito com as células de origem. Este tumor espalha-se pouco nos tecidos circundantes e pode ser curado pela cirurgia Grau II - o tumor de grau II é um tumor que cresce devagar, pode espalhar-se aos tecidos circundantes e reaparecer. Alguns destes tumores podem passar a ser de alto grau, após transformação Grau III - o tumor cresce depressa e pode espalhar-se ao tecido circundante e as células são diferentes das células normais Grau IV - o tumor cresce e espalha-se depressa, as células não parecem células normais, havendo zonas de células mortas no tumor Tipos de tumores cerebrais: Astrocitoma pilocítico - é um tumor de grau I que cresce devagar no tronco cerebral ou na medula. Pode ter uma forma quística e raramente se espalha para os tecidos circundantes Oligodendroglioma - é um tumor de grau II, cresce devagar e espalha-se para os tecidos circundantes Oligoastrocitoma - é um tumor de grau II que cresce devagar Astrocitoma difuso - é um tumor de grau II que cresce devagar mas pode-se espalhar para os tecidos circundantes Oligodendroglioma anaplásico - é um tumor de grau III que cresce depressa e espalha-se para os tecidos circundantes Oligoastrocitoma anaplásico - é um tumor de grau III que cresce depressa e espalha-se para os tecidos circundantes. Este tumor tem pior prognóstico que o oligoastrocitoma Astrocitoma anaplásico - é um tumor de grau III que cresce depressa e espalha-se para os tecidos circundantes Glioblastoma - também chamado glioblastoma multiforme. É um tumor de grau IV, cresce e espalha-se depressa e reaparece depois de tratado Glioma do tronco cerebral - este tumor é geralmente de alto grau, forma-se no tronco cerebral. Este tumor espalha-se e é difícil de tratar. É pouco frequente em adultos Meningiomas - estes tumores formam-se nas meninges que são membranas que envolvem o sistema nervoso central. Podem ser de grau I, II ou III. São mais comuns os meningiomas de grau I Há outros tipos de tumores cerebrais menos frequentes: tumores ependimários, tumores da hipófise, tumores da região pineal, schwannoma do acústico, meduloblastomas e craniofaringiomas. Sintomas Sugestivos de Tumores Cerebrais Os sintomas dos tumores cerebrais não são exclusivos destes tumores, podendo aparecer noutras doenças. O facto de ter um ou mais dos sintomas aqui descritos não significa que tem um tumor cerebral. Deverá estar atento e consultar o seu médico se tiver os seguintes sintomas: - dor de cabeça matinal ou dor de cabeça que desaparece depois de vomitar - náuseas e vómitos frequentes - perda de apetite - problemas de visão, audição ou de expressão verbal - perda de equilíbrio ou dificuldade em andar - quebra do estado geral - sonolência excessiva ou alteração da atividade habitual - alteração da personalidade, humor, capacidade de concentração ou do comportamento - convulsões Diagnóstico Tumor Cerebral Num doente com suspeita de tumor cerebral podem ser pedidos exames para diagnosticar a doença. Para fazer o diagnóstico usam-se exames que examinam o sistema nervoso central, tais como: - exame clínico e exame neurológico . O exame neurológico avalia a função do sistema nervoso, mais especificamente: funções cognitivas, coordenação, marcha, funcionamento dos músculos, sentidos e reflexos - exame aos campos visuais para ver se a visão está alterada - análises gerais - exames radiológicos como a TAC, a Ressonância Magnética e a angiografia. Pode ser feita espectroscopia para se avaliar o comportamento biológico do tumor - exames de Medicina Nuclear como o SPECT e PET - biópsia - é fundamental obter um pequeno fragmento do tumor para se fazer o diagnóstico e determinar o tipo de tumor Tratamento dos Tumores Cerebrais A cirurgia é o tratamento de primeira-linha para a maioria dos doentes com tumores cerebrais. O objectivo da cirurgia é a remover o tumor o máximo possível, protegendo as funções críticas cerebrais, a chamada “máxima remoção segura”. Em regra, a remoção completa do tumor relaciona-se com um melhor prognóstico e uma maior sobrevida. No entanto, dependendo do tamanho, localização e outras características do tumor, a remoção total pode não ser possível. Muitas vezes, a quimioterapia e a radioterapia/radiocirurgia/gamma-knife/radioterapia por protões são usados como suplemento à cirurgia, em especial para tratar tumores residuais ou tumores recorrentes. Usando as mais recentes técnicas de imagem, monitorização neurofisiológica, técnicas cirúrgicas avançadas e sistema de neuronavegação, é possível realizar os mais complexos procedimentos cirúrgicos com segurança. A experiência do neurocirurgião, entre outros factores, pode influenciar a extensão da remoção tumoral. A minha constante actualização e procura de melhoria do desempenho tem levado a uma mais completa, efectiva e segura remoção dos tumores cerebrais. Técnicas cirúrgicas das quais disponho dos meios, experiência e conhecimento para aplicação nos pacientes: Técnica de fluorescência 5-ALA (Gliolan) intra-operatória Mapeamento cerebral Neuronavegação Monitorização neurofisiológica intra-operatória Tendo em conta a caracterização do tipo de tumor cerebral, avaliamos com uma equipa clínica multidisciplinar o melhor tratamento a seguir. As opções podem incluir a cirurgia, o tratamento por radioterapia/radiocirurgia/gamma-Knife e a quimioterapia, por si só ou de forma combinada. Tumores cerebrais recorrentes Não há terapêutica standard para tumores cerebrais recorrentes. O tratamento depende da condição do doente, dos efeitos secundários expectáveis, da localização cerebral da lesão e da possibilidade de poder ser removido por cirurgia. O tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Tumores cerebrais metastáticos (metástases cerebrais) O tratamento das metástases cerebrais pode incluir algumas das opções que a seguir se descrevem. Metástase única: - radioterapia de todo o cérebro (holocraneana) - radiocirurgia estereotáxica - cirurgia seguida de radioterapia Metástases múltiplas: - radioterapia de todo o cérebro (holocraneana) - radiocirurgia estereotáxica - uma combinação das duas últimas - quimioterapia direccionada ao tipo de tumor primário (por exemplo: cancro do pulmão ou cancro da mama). Os doentes que tiveram um tumor cerebral deverão ser seguidos regularmente em consulta por um neurocirurgião e neuro-oncologista, sendo solicitados regularmente exames ao cérebro, geralmente a Ressonância Magnética. Consulta de Segunda-Opinião Antes de qualquer procedimento cirúrgico, poderá aconselhar-se connosco para determinar se o plano de tratamento proposto é o mais adequado e mais avançado para o seu caso em particular. Para uma melhor análise do seu caso particular, deve ser portador de toda a informação clínica disponível, nomeadamente o CD e relatório da Ressonância Magnética.

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Cirurgia da coluna (hérnia discal cervical, hérnia discal lombar, canal lombar estenótico, tumores da coluna) Cirurgia de tumores cerebrais (meningioma, metástase, glioblastoma, glioma de alto grau, glioma de baixo grau) Consulta online (Neurocirurgia, Ortopedia, Neurocirurgia Pediátrica, Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna, Neurologia, Urologia) Espaço dedicado à partilha de artigos de opinião e contributos técnicos publicados nos principais órgãos de comunicação social nacionais. Aqui poderá acompanhar a minha visão sobre os avanços na neurocirurgia, com especial enfoque na inovação da cirurgia minimamente invasiva da coluna e nas novas abordagens ao tratamento de tumores cerebrais , visando sempre a segurança e a excelência na recuperação do paciente. Diário de Notícias A importância da prevenção e os avanços nos tratamentos. CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA DA COLUNA Recuperação da qualidade de vida com alta no próprio dia. Notícias ao minuto Costas direitas! Saiba como manter a saúde da sua coluna. Revista Visão Não, ter um tumor cerebral não é uma sentença de morte. Os sintomas que importam e um testemunho. Observador Tenho um tumor cerebral. E agora? Já tem uma Ressonância Magnética e procura uma avaliação especializada? Agende a sua consulta (sem lista de espera) para uma análise detalhada do seu caso e discussão de opções minimamente invasivas. MARCAR CONSULTA

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Marcação consulta,teleconsulta,consulta à distância, telemedicina,consulta online,online appointment,cita online, Neurocirurgia,Medicina Geral e Familiar,Medicina Interna,Neurocirurgia Pediátrica,Neurologia,Ortopedia,Dr. Nuno Morais, cirurgia coluna, cirurgia tumores cerebrais, hérnia discal Pode fazer consultas e cirurgias comigo nos seguintes hospitais, com acordo directo com todas as seguradoras e subsistemas de saúde (ADSE, SAD, IASFA, etc): 🩺 Hospital CUF Porto Estrada da Circunvalação 14341 📞 Telefone: 220 039 000 🩺 Casa de Saúde da Boavista Rua Domingos Machado 186 📞 Telefone: 228 339 050 ou 963 445 565 🩺 Hospital da Misericórdia de Vila Verde (Braga) Av. Dr. Bernardo Brito Ferreira 77 📞 Telefone: 253 310 120 🩺 Hospital Agostinho Ribeiro (Felgueiras) Av. Dr. Magalhães Lemos 📞 Telefone: 255 310 820

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Dr. Nuno Morais,especialista em Neurocirurgia,Neurocirurgião,cirurgia de coluna, cirurgia de tumores cerebrais, tratamento de tumores cerebrais, hérnia cervical, hérnia lombar, estenose cervical, estenose lombar, dor crónica, estimulador medular, fractura da coluna, tumores da coluna, cubital Nuno Morais Especialidade: Neurocirurgia - cirurgia minimamente invasiva da coluna Sou neurocirurgião inscrito no Colégio da Especialidade de Neurocirurgia da Ordem dos Médicos, com experiência consolidada em cirurgia da coluna e cerebral, tendo realizado mais de 4500 intervenções ao longo da minha carreira. O meu compromisso é oferecer um tratamento tecnicamente rigoroso e actualizado, explicando cada passo de forma clara e humana, para que o doente se sinta seguro e acompanhado. Desde cedo mantive uma ligação forte ao ensino e à formação de outros profissionais de saúde, o que me obriga a estar constantemente actualizado. Fui Professor Adjunto Convidado da Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho (2008–2015), onde lecionei em programas de Mestrado, Pós‑Licenciatura e Licenciatura em Enfermagem. Fui também Professor Convidado da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (2007–2013) e tutor de alunos de Medicina na rotação de Neurocirurgia da Universidade do Minho (2007–2012), ajudando a formar novas gerações de médicos e enfermeiros. A minha formação inclui estágios em centros de referência internacional em neurocirurgia. Em 2011 integrei o Serviço de Neurocirurgia do Hospital Universitário de Helsínquia (Finlândia), com o Prof. Juha Hernesniemi, e, no mesmo ano, realizei observership com o Prof. Evandro de Oliveira em São Paulo (Brasil), em patologia vascular complexa (aneurismas e malformações arteriovenosas). Esta exposição a centros de excelência permitiu-me trazer para a prática diária técnicas e conceitos de neurocirurgia de referência mundial. No Hospital de Braga fui co‑pioneiro na introdução de técnicas avançadas que aumentam a segurança e a precisão das cirurgias, como: Cirurgia com o doente acordado (awake surgery) e mapeamento cerebral (brain mapping) para remoção de tumores em áreas da linguagem, reduzindo o risco de alterações da fala. Estimulação cortical e subcortical em cirurgia de tumores cerebrais, permitindo preservar melhor a função motora e diminuir o risco de paralisia. Monitorização neurofisiológica em cirurgias de tumores da coluna (tumores intramedulares), para reduzir o risco de tetraplegia ou paraplegia. Tenho formação específica em cirurgia da coluna e nas mais modernas técnicas de neurocirurgia, incluindo: Diploma Europeu em Cirurgia de Coluna da Sociedade Europeia da Coluna (EuroSpine). Curso Avançado em Cirurgia de Coluna da Associação Europeia de Sociedades de Neurocirurgia (EANS). Curso Europeu de Formação em Neurocirurgia da Associação Europeia de Sociedades de Neurocirurgia (EANS). Formação em Cifoplastia (técnica minimamente invasiva para tratamento de fracturas da coluna). 5.º Curso Mundial sobre Técnicas Avançadas em Cirurgia de Tumores Cerebrais (Neurocirurgia Oncológica). Curso de Formação em Técnica Avançada de Remoção de Tumores Cerebrais Guiada por Fluorescência com Gliolan®. Curso de Abordagens em Neurocirurgia e Cirurgia de Aneurismas Cerebrais com o Prof. Evandro de Oliveira, em São Paulo (Brasil). Participo regularmente em reuniões científicas nacionais e internacionais, organizo cursos de cirurgia da coluna e estive envolvido na organização de eventos como o World Spine 8 (Congresso Mundial de Coluna). Apresentei dezenas de comunicações científicas em congressos e publiquei artigos e abstracts em revistas internacionais na área da neurocirurgia. Recebi prémios da Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia pela publicação de artigos científicos e por comunicações orais, nomeadamente: Prémio de publicação do artigo “Cranial nerve cavernous malformations causing trigeminal neuralgia and chiasmal apoplexy: Report of 2 cases and review of the literature” na revista Surgical Neurology International. Prémio por duas comunicações orais no 14.º Congresso Europeu de Neurocirurgia da European Association of Neurosurgical Societies (EANS), em Roma. Em cada caso, o meu objetivo é encontrar o equilíbrio entre a melhor evidência científica, as técnicas cirúrgicas mais avançadas e as necessidades individuais de cada doente, procurando não só tratar a doença, mas também preservar ao máximo a qualidade de vida. MARCAR CONSULTA Já tem uma Ressonância Magnética e procura uma avaliação especializada? Agende a sua consulta (sem lista de espera) para uma análise detalhada do seu caso e discussão de opções minimamente invasivas.

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

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