top of page

Search Results

7 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Marcação consulta,teleconsulta,consulta à distância, telemedicina,consulta online,online appointment,cita online, Neurocirurgia,Medicina Geral e Familiar,Medicina Interna,Neurocirurgia Pediátrica,Neurologia,Ortopedia,Dr. Nuno Morais, cirurgia coluna, cirurgia tumores cerebrais, hérnia discal Poderá fazer a sua marcação de consulta presencial com o Dr. Nuno Morais nos seguintes hospitais: Casa de Saúde da Boavista Rua Domingos Machado 186 Telefone: 228 339 050 ou 963 445 565 Hospital CUF Porto Estrada da Circunvalação 14341 Telefone: 220 039 000 Hospital da Misericórdia de Vila Verde Av. Dr. Bernardo Brito Ferreira 77 Telefone: 253 310 120 Hospital Agostinho Ribeiro Av. Dr. Magalhães Lemos Telefone: 255 310 820

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Dr. Nuno Morais,Neurocirurgião.Cirurgia da coluna e cirurgia de tumores cerebrais.Hérnia discal cervical.Hérnia discal lombar.Canal lombar estreito/estenótico.Espondilolistese. Túnel cárpico.Tumores da coluna. Metástases. Glioblastoma.Glioma baixo grau Especialista em cirurgia minimamente invasiva da coluna vertebral e tumores cerebrais Saber Mais

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Tumor cerebral com qualidade de vida,tumor da coluna com qualidade de vida,melhores tratamentos tumores cerebrais,melhores tratamentos para tumores da coluna,neuronavegação,monitorização neurinoma do acústico,tipos tumores cerebrais,fluorescência 5-ALA,radiocirurgia,gamma-knife, consulta urgente Apresentação Em colaboração com médicos experientes de outras especialidades, desenvolvemos um plano de tratamento individualizado e avançado na área dos tumores cerebrais, de forma a oferecer o melhor tratamento possível ao doente e à sua família. Corpo Clínico Neurocirurgião é um médico especializado na remoção de todos os tipos de tumores cerebrais, utilizando os últimos avanços tecnológicos (técnica de fluorescência com Gliolan, cirurgia acordada, mapeamento cerebral, biópsia cerebral frameless, neuronavegação, monitorização neurofisiológica, microcirurgia, etc). Neuro-oncologista é o médico que coordena os tratamentos após a remoção/biópsia tumoral, podendo envolver quimioterapia, radioterapia/radiocirurgia/gamma-knife ou tratamentos experimentais (ensaios clínicos). Neurocirurgia - Dr. Nuno Morais Neuro-Oncologia Radioterapia/Radiocirurgia/Gamma-Knife Neurofisiologia Neuropatologia Neuropsicologia Medicina Física e Reabilitação Terapia da Fala Consulta da Dor Neurologia (consulta de epilepsia) Neuroradiologia Nutrição Psiquiatria e Psicologia (para o doente e família) Cuidados Paliativos Cuidados Paliativos no Domicílio Consulta de Grupo Oncológico (tumores cerebrais) Tipos de Tumores Cerebrais Os tumores cerebrais são classificados com base na célula que lhes dá origem no sistema nervoso central, com o aspecto das células ao microscópio e com a sua caracterização genética, o que determina o seu grau de malignidade. Graus dos tumores cerebrais: Grau I - o tumor de grau I é um tumor de crescimento lento, em que as células se parecem muito com as células de origem. Este tumor espalha-se pouco nos tecidos circundantes e pode ser curado pela cirurgia Grau II - o tumor de grau II é um tumor que cresce devagar, pode espalhar-se aos tecidos circundantes e reaparecer. Alguns destes tumores podem passar a ser de alto grau, após transformação Grau III - o tumor cresce depressa e pode espalhar-se ao tecido circundante e as células são diferentes das células normais Grau IV - o tumor cresce e espalha-se depressa, as células não parecem células normais, havendo zonas de células mortas no tumor Tipos de tumores cerebrais: Astrocitoma pilocítico - é um tumor de grau I que cresce devagar no tronco cerebral ou na medula. Pode ter uma forma quística e raramente se espalha para os tecidos circundantes Oligodendroglioma - é um tumor de grau II, cresce devagar e espalha-se para os tecidos circundantes Oligoastrocitoma - é um tumor de grau II que cresce devagar Astrocitoma difuso - é um tumor de grau II que cresce devagar mas pode-se espalhar para os tecidos circundantes Oligodendroglioma anaplásico - é um tumor de grau III que cresce depressa e espalha-se para os tecidos circundantes Oligoastrocitoma anaplásico - é um tumor de grau III que cresce depressa e espalha-se para os tecidos circundantes. Este tumor tem pior prognóstico que o oligoastrocitoma Astrocitoma anaplásico - é um tumor de grau III que cresce depressa e espalha-se para os tecidos circundantes Glioblastoma - também chamado glioblastoma multiforme. É um tumor de grau IV, cresce e espalha-se depressa e reaparece depois de tratado Glioma do tronco cerebral - este tumor é geralmente de alto grau, forma-se no tronco cerebral. Este tumor espalha-se e é difícil de tratar. É pouco frequente em adultos Meningiomas - estes tumores formam-se nas meninges que são membranas que envolvem o sistema nervoso central. Podem ser de grau I, II ou III. São mais comuns os meningiomas de grau I Há outros tipos de tumores cerebrais menos frequentes: tumores ependimários, tumores da hipófise, tumores da região pineal, schwannoma do acústico, meduloblastomas e craniofaringiomas. Sintomas Sugestivos de Tumores Cerebrais Os sintomas dos tumores cerebrais não são exclusivos destes tumores, podendo aparecer noutras doenças. O facto de ter um ou mais dos sintomas aqui descritos não significa que tem um tumor cerebral. Deverá estar atento e consultar o seu médico se tiver os seguintes sintomas: - dor de cabeça matinal ou dor de cabeça que desaparece depois de vomitar - náuseas e vómitos frequentes - perda de apetite - problemas de visão, audição ou de expressão verbal - perda de equilíbrio ou dificuldade em andar - quebra do estado geral - sonolência excessiva ou alteração da atividade habitual - alteração da personalidade, humor, capacidade de concentração ou do comportamento - convulsões Diagnóstico Tumor Cerebral Num doente com suspeita de tumor cerebral podem ser pedidos exames para diagnosticar a doença. Para fazer o diagnóstico usam-se exames que examinam o sistema nervoso central, tais como: - exame clínico e exame neurológico . O exame neurológico avalia a função do sistema nervoso, mais especificamente: funções cognitivas, coordenação, marcha, funcionamento dos músculos, sentidos e reflexos - exame aos campos visuais para ver se a visão está alterada - análises gerais - exames radiológicos como a TAC, a Ressonância Magnética e a angiografia. Pode ser feita espectroscopia para se avaliar o comportamento biológico do tumor - exames de Medicina Nuclear como o SPECT e PET - biópsia - é fundamental obter um pequeno fragmento do tumor para se fazer o diagnóstico e determinar o tipo de tumor Tratamento dos Tumores Cerebrais A cirurgia é o tratamento de primeira-linha para a maioria dos doentes com tumores cerebrais. O objectivo da cirurgia é a remover o tumor o máximo possível, protegendo as funções críticas cerebrais, a chamada “máxima remoção segura”. Em regra, a remoção completa do tumor relaciona-se com um melhor prognóstico e uma maior sobrevida. No entanto, dependendo do tamanho, localização e outras características do tumor, a remoção total pode não ser possível. Muitas vezes, a quimioterapia e a radioterapia/radiocirurgia/gamma-knife/radioterapia por protões são usados como suplemento à cirurgia, em especial para tratar tumores residuais ou tumores recorrentes. Usando as mais recentes técnicas de imagem, monitorização neurofisiológica, técnicas cirúrgicas avançadas e sistema de neuronavegação, é possível realizar os mais complexos procedimentos cirúrgicos com segurança. A experiência do neurocirurgião, entre outros factores, pode influenciar a extensão da remoção tumoral. A minha constante actualização e procura de melhoria do desempenho tem levado a uma mais completa, efectiva e segura remoção dos tumores cerebrais. Técnicas cirúrgicas das quais disponho dos meios, experiência e conhecimento para aplicação nos pacientes: Técnica de fluorescência 5-ALA (Gliolan) intra-operatória Mapeamento cerebral Neuronavegação Monitorização neurofisiológica intra-operatória Tendo em conta a caracterização do tipo de tumor cerebral, avaliamos com uma equipa clínica multidisciplinar o melhor tratamento a seguir. As opções podem incluir a cirurgia, o tratamento por radioterapia/radiocirurgia/gamma-Knife e a quimioterapia, por si só ou de forma combinada. Tumores cerebrais recorrentes Não há terapêutica standard para tumores cerebrais recorrentes. O tratamento depende da condição do doente, dos efeitos secundários expectáveis, da localização cerebral da lesão e da possibilidade de poder ser removido por cirurgia. O tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Tumores cerebrais metastáticos (metástases cerebrais) O tratamento das metástases cerebrais pode incluir algumas das opções que a seguir se descrevem. Metástase única: - radioterapia de todo o cérebro (holocraneana) - radiocirurgia estereotáxica - cirurgia seguida de radioterapia Metástases múltiplas: - radioterapia de todo o cérebro (holocraneana) - radiocirurgia estereotáxica - uma combinação das duas últimas - quimioterapia direccionada ao tipo de tumor primário (por exemplo: cancro do pulmão ou cancro da mama). Os doentes que tiveram um tumor cerebral deverão ser seguidos regularmente em consulta por um neurocirurgião e neuro-oncologista, sendo solicitados regularmente exames ao cérebro, geralmente a Ressonância Magnética. Consulta de Segunda-Opinião Antes de qualquer procedimento cirúrgico, poderá aconselhar-se connosco para determinar se o plano de tratamento proposto é o mais adequado e mais avançado para o seu caso em particular. Para uma melhor análise do seu caso particular, deve ser portador de toda a informação clínica disponível, nomeadamente o CD e relatório da Ressonância Magnética.

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Cirurgia minimamente invasiva da coluna,O-arm,hérnia cervical,mielopatia,ACDF,artroplastia, arthroplasty,hérnia lombar,canal lombar estreito estenótico,descompressão,espondilolistese lise ístmica degenerativa,vertebroplastia,cifoplastia,fractura,coluna,dor crónica,estimulador medular, tumor coluna Todos os anos consulto mais de 1500 doentes com patologia da coluna, desde os problemas mais comuns aos problemas mais complexos e raros. Se o objectivo é retomar o trabalho, um hobbie, a prática desportiva habitual ou a melhoria da qualidade de vida, poderemos ajudar prestando um tratamento individualizado a cada doente, com os mais recentes, inovadores e eficazes avanços tecnológicos. Sempre que possível, privilegio em primeiro lugar o tratamento médico (não cirúrgico) com uma analgesia adequada, fisioterapia, acunpunctura, etc. No entanto, para alguns problemas, a cirurgia pode ser a melhor opção possível. A cirurgia de coluna é delicada e complexa, mas com uma escolha criteriosa de uma técnica microcirúrgica adequada, com os meios tecnológicos mais sofisticados e, sempre que possível, privilegiando as técnicas minimamente invasivas, até os problemas de coluna mais difíceis podem ser tratados. A cirurgia minimamente invasiva da coluna é um procedimento cirúrgico que tem como objectivo provocar o menor dano possível nos tecidos, acelerar a recuperação, minimizar a dor pós-cirúrgica e melhorar o resultado final. Esta técnica permite o acesso à coluna de forma semelhante à cirurgia tradicional e aberta, usando um acesso tubular, o microscópio cirúrgico e os instrumentos adequados. Apesar de esta técnica não estar indicada para todos os doentes ou patologias, pode oferecer vantagens em doentes seleccionados, face à cirurgia tradicional aberta, tais como: - menor dano nos tecidos (músculos, ligamentos, etc) - uma cicatriz de menor dimensões - menor estadia hospitalar - redução da dor no pós-operatório - tempo de recuperação mais curto - menor perda de sangue na cirurgia Na cirurgia de coluna, temos ao dispor os mais recentes avanços tecnológicos, os melhores implantes cirúrgicos e meios humanos experientes: - microscópio cirúrgico de última geração - Rx intra-operatório de última geração (C-arm) - neuronavegação - Rx intra-operatório 2D/3D de última geração (O-arm) - monitorização neurofisiológica - implantes cirúrgicos de qualidade (cages cervical e lombar, prótese de disco, parafusos, fixadores interespinhosos, estimuladores medulares, etc) - anestesistas experientes e dedicados à neurocirurgia e cirurgia de coluna - enfermeiras-instrumentistas experientes e dedicadas à neurocirurgia e cirurgia de coluna PATOLOGIA CERVICAL Hérnia discal cervical Os doentes com hérnia discal cervical podem apresentar queixas de cervicobraquialgia (dor que irradiada para o braço), cervicalgia (dor no pescoço) e/ou diminuição da força muscular nos membros superiores. Cerca de 90% dos doentes com diagnóstico de hérnia discal cervical melhoram com o tratamento médico adequado (analgesia, repouso, colar cervical, fisioterapia) em 4-6 semanas e não precisam de ser operados. A cirurgia é reservada para os casos que não respondem ao tratamento médico ou que se apresentam com défice neurológico (diminuição da força muscular), em função das queixas e das alterações na Ressonância Magnética, pois cada doente é único. Poderão estar indicadas um dos seguintes tipos de cirurgia: - discectomia e artrodese (ACDF) - discectomia e artroplastia (CDA) - discectomia, artrodese e placa (ACDFP) - foraminectomia posterior (aberta ou por via minimamente invasiva) Mielopatia espondilótica cervical/Estenose cervical Atinge cerca de 85% da população com mais de 60 anos de idade, a maioria dos quais são assintomáticos. Quando há compressão medular significativa pode causar dor nos membros superiores, diminuição da força muscular nos membros superiores e/ou membros inferiores, alteração da motricidade fina, falta de coordenação e dificuldade na marcha (ataxia) e alterações esfincterianas (incontinência urinária ou fecal). Nos casos ligeiros pode estar indicado tratamento médico (analgesia e fisioterapia). Nos casos em que se verifica uma progressão dos sintomas ou já com défices neurológicos estabelecidos, deve-se operar com brevidade, de modo a evitar mais dano neurológico. Poderão estar indicadas um dos seguintes tipos de cirurgia: - laminectomia - laminoplastia - laminectomia e artrodese - discectomia e artrodese (ACDF) - discectomia, artrodese e placa (ACDFP) - corpectomia com placa (ACCF) PATOLOGIA DORSAL Hérnia discal torácica As hérnias discais na região torácica/dorsal são raras, representando apenas 0,25% das hérnias. As hérnias torácicas com indicação cirúrgica são ainda mais raras, estando a cirurgia reservada para casos com dor refractária (radicular, em banda) ou com mielopatia progressiva (perda de força). PATOLOGIA LOMBAR Hérnia discal lombar As hérnias discais lombares são as mais frequentes e tipicamente causam uma dor ciática (dor que irradiada ao longo do membro inferior), podendo estar também associada a lombalgia, alterações da sensibilidade, alteração da força muscular no membro inferior e pé ou alterações esfincterianas (dificuldade em urinar, retenção ou incontinência). Felizmente, 85% das hérnias discais lombares melhoram com o tratamento médico adequado (analgesia, repouso, fisioterapia) em 4-6 semanas e não precisam de ser operadas. Nos casos em que a dor não resolve em 4-6 semanas, está indicada cirurgia electiva (programada), privilegiando-se, sempre que possível e adequado, as técnicas minimamente invasivas com microdiscectomia sem instrumentação (parafusos). As hérnias discais lombares apenas têm indicação para cirurgia urgente nas seguintes situações específicas: - em caso de pé pendente (não conseguir fazer movimentos com o pé para cima ou para baixo) de início súbito ou progressivo - ciática hiperálgica (dor refractária ao melhor tratamento médico, incluindo morfina ou análogos) - sindrome de cauda equina (situação muito rara de anestesia em sela, alterações esfincterianas, défice motor, lombalgia e/ou ciática unilateral/bilateral) Canal lombar estenótico/estreito A clínica típica é de claudicação neurogénica, que se caracteriza por dor lombar e dor na perna que agrava com a marcha ou posição prolongada em pé e alivia com o repouso (sentar ou deitar). Pode também causar formigueiros, diminuição da força muscular nos membros inferiores ou alterações esfincterianas. A cirurgia está indicada no caso de progressão dos sintomas, apesar do melhor tratamento médico. A técnica cirúrgica depende de cada caso, mas tento sempre privilegiar a descompressão canalar por via minimamente invasiva . Quando esta via não é possível ou adequada, é realizada uma pequena incisão e efectuada uma abordagem interlaminar para descompressão do canal e das estruturas nervosas, de modo a causar o menor dano possível nos tecidos e evitar a instabilidade da coluna. Espondilolistese A espondilolistese corresponde ao desvio anterior de uma vértebra em relação a outra (desalinhamento de vértebras). Há várias causas de espondilolistese sendo as mais frequentes a degenerativa e a lise ístmica. A espondilolistese pode existir isoladamente ou em associação com hérnia discal lombar e/ou com canal lombar estenótico/estreito, causando sintomas de lombalgia, ciática ou claudicação neurogénica. Apenas os casos que não respondem ao tratamento médico têm indicação cirúrgica. As opções e técnicas cirúrgicas variam de acordo com o tipo de espondilolistese, características do doente, experiência e preferência dos cirurgiões de coluna. Em determinados casos de espondilolistese degenerativa , poderá ser necessária uma instrumentação com parafusos, noutros casos pode-se utilizar um fixador interespinhoso (dispositivo de fusão interespinhoso) complementado (em situações específicas) com uma cage lombar, evitando assim a instrumentação com parafusos e as suas complicações associadas. No caso da espondilolistese por lise ístmica é necessária a instrumentação com parafusos, optando nestes casos pela técnica de MIDLIF (Midline Lumbar Interbody Fusion) , que é uma técnica menos invasiva e especialmente útil em doentes com instrumentação prévia (cirurgia de revisão), osteoporose ou obesidade. Noutros casos, pode ser efectuada a instrumentação com parafusos por via minimamente invasiva , com apoio de neuronavegação (uma espécie de GPS que permite ver em tempo real a trajectória dos parafusos, permitindo uma cirurgia com maior segurança) e de O-arm (semelhante a um Rx, mas com qualidade de imagem muito superior e em 3D que permite a neuronavegação e a confirmação do bom posicionamento dos parafusos). Fracturas vertebrais O traumatismo, a osteroporose e as metástases vertebrais são as causas mais frequentes de fracturas da coluna vertebral. O tratamento médico com repouso, analgesia e lombostato/colete de Jewett é suficiente na maioria dos casos. Porém, nos casos em que a dor persiste e cuja fractura apresenta determinadas características na Ressonância Magnética (hipersinal em STIR), está indicado o tratamento cirúrgico. Até há alguns anos, o único tratamento era com analgesia (narcóticos) e uso de colete, o que frequentemente conduzia a dor crónica e deformidade progressiva. Com a tecnologia actual, é possível re-expandir a vértebra (cifoplastia ) e aumentar a sua resistência com a injecção de cimento ósseo, por via minimamente invasiva. Quando não é possível a re-expansão da vértebra, ou em situações específicas, pode-se proceder apenas à injecção de cimento ósseo (vertebroplastia ), por via minimamente invasiva. Com estes procedimentos cirúrgicos, é possível reduzir ou eliminar a dor relacionada com a fractura, permitir uma melhoria da mobilidade e prevenir a perda de massa óssea. Tumores da coluna vertebral Os tumores da coluna podem provocar dor aguda localizada, instabilidade, compressão da medula ou das raízes nervosas, disfunção neurológica ou paralisia. Devido às consequências adversas dos tumores da coluna, o tratamento precoce e por uma equipa experiente é essencial. Através de abordagens inovadoras, com a mais avançada tecnologia (monitorização neurofisiológica, neuronavegação, O-arm) e com um tratamento multidisciplinar (Oncologia, Radioterapia, Psiquiatria/Psicologia e consulta da Dor) tento proporcionar aos meus doentes o melhor tratamento e a melhor qualidade de vida possível.

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Sintomas tumores cerebrais,tratamento tumores cerebrais,diagnóstico tumor cerebral,diagnóstico hérnia cervical,diagnóstico hérnia lombar, ciática, fractura, dor crónica, cirurgia coluna minimamente invasiva,artrodese,artroplastia,discectomia, técnicas inovadoras

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Dr. Nuno Morais,especialista em Neurocirurgia,Neurocirurgião,cirurgia de coluna, cirurgia de tumores cerebrais, tratamento de tumores cerebrais, hérnia cervical, hérnia lombar, estenose cervical, estenose lombar, dor crónica, estimulador medular, fractura da coluna, tumores da coluna, cubital Nuno Morais Especialidade: Neurocirurgia Especialista em Neurocirurgia pela Ordem dos Médicos Realizou mais de 4000 intervenções neurocirúrgicas cerebrais e de coluna 2008-2015 - Professor Adjunto Convidado da Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho, onde leccionou no Mestrado em Enfermagem da Pessoa em Situação Crítica, Curso de Pós-Licenciatura em Enfermagem de Reabilitação e na Licenciatura em Enfermagem 2007-2013 - Professor Convidado da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo onde leccionou no Mestrado em Enfermagem de Reabilitação 2007-2012 - Tutor na rotação de Neurocirurgia dos alunos do 5º ano do Mestrado Integrado em Medicina da Universidade do Minho 2011 - Observership no Serviço de Neurocirurgia do Hospital Universitário de Helsínquia (Finlândia) com o Prof. Dr. Juha Hernesniemi em patologia neurocirúrgica vascular (aneurismas e malformações arteriovenosas) 2011 - Observership com o Prof. Dr. Evandro de Oliveira em São Paulo (Brasil) em patologia neurocirúrgica vascular (aneurismas e malformações arteriovenosas) Co-pioneiro na introdução da técnica de cirurgia com o doente acordado (awake surgery) e mapeamento cerebral (brain mapping) para remoção de tumores cerebrais no Hospital de Braga, de modo a reduzir o risco de dano neurológico na área da linguagem (fala) Co-pioneiro na introdução da técnica de estimulação cortical e subcortical para remoção de tumores cerebrais no Hospital de Braga, de modo a reduzir o risco de dano neurológico motor (paralisia de um dos lados do corpo) Co-pioneiro na introdução das técnicas de monitorização neurofisiológica na remoção de tumores da coluna (tumores intramedulares) no Hospital de Braga, de modo a reduzir o risco de dano neurológico motor (paralisia: tetraplegia, paraplegia) European Spine Course Diploma da Sociedade Europeia da Coluna (EuroSpine) Advanced Course in Spinal Surgery da European Association of Neurosurgical Societies (EANS) 5th Anual World Course in Advanced Techniques in Neurosurgical Oncology (curso de técnicas avançadas em cirurgia de tumores cerebrais) Training Course in Fluorescence-guided Resection using Gliolan® (curso para habilitação da técnica de fluorescência para remoção de tumores cerebrais) Freedom Spinal Cord Stimulator System Implantation Course (curso de implantação de estimuladores medulares por técnica minimamente invasiva) European Training Course in Neurosurgery da European Association of Neurosurgical Societies (EANS) Curso de Abordagens em Neurocirurgia e Cirurgia dos Aneurismas Cerebrais no Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo (Brasil) com o Prof. Evandro de Oliveira Ballon Kyphoplasty Surgeon Training Program (técnica de cifoplastia para tratamento minimamente invasivo de fracturas da coluna vertebral) Organização de Cursos de Cirurgia de Coluna e do World Spine 8 (Congresso Mundial de Coluna) Participou em dezenas de Reuniões Científicas Nacionais e Internacionais Efectuou dezenas de Comunicações Científicas em Congressos Nacionais e Internacionais Publicação de Artigos e Abstracts em Revistas Internacionais Prémio de publicação do artigo “Cranial nerve cavernous malformations causing trigeminal neuralgia and chiasmal apoplexy: Report of 2 cases and review of the literature” na revista Surgical Neurology International atribuído pela Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia Prémio atribuído pela Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia por duas comunicações orais no 14º Congresso Europeu de Neurocirurgia da European Association of Neurosurgical Societies (EANS) em Roma

  • Cirurgia minimamente invasiva da coluna e cirurgia de tumores cerebrais

    Túnel cárpico,dor na mão,formigueiros na mão,electromiografia,mediano,neurólise,síndrome cubital, cotovelo,mão dedos em garra Síndrome de Túnel Cárpico O síndrome de túnel cárpico é causado por compressão do nervo mediano, podendo causar dor, formigueiros, adormecimento e diminuição da força muscular na mão. O diagnóstico faz-se pela história clínica e electromiografia. O tratamento dos casos de gravidade ligeira faz-se com repouso, gelo, anti-inflamatórios (ibuprofeno, por exemplo) e fisioterapia. Nos casos que não respondem ao tratamento médico ou nos casos de gravidade igual ou superior a moderado na electromiografia, está indicado o tratamento cirúrgico. Através de uma abordagem minimamente invasiva , com uma incisão de 2-3 cm no punho (ver imagem ao lado), procede-se à descompressão do nervo mediano, sob anestesia local e em regime de ambulatório, o que permite uma mais rápida e eficaz recuperação face à cirurgia tradicional. Síndrome Cubital (no cotovelo) O síndrome cubital é causado pela compressão do nervo cubital no cotovelo, podendo causar alterações da sensibilidade, dificuldade na realização de movimentos finos, diminuição da força à preensão da mão e dor no cotovelo que pode irradiar para o braço ou para o antebraço. Em casos graves, pode provocar uma atrofia dos músculos da mão (interósseos e região hipotenar) e deformidade em garra do 4º e 5º dedo. O diagnóstico faz-se pela história clínica e electromiografia. O tratamento dos casos de gravidade ligeira faz-se com repouso, imobilização do cotovelo com ortótese, gelo, anti-inflamatórios (ibuprofeno, por exemplo) e fisioterapia. Nos casos que não respondem ao tratamento médico ou nos casos de gravidade igual ou superior a moderado na electromiografia, está indicado o tratamento cirúrgico. Através de uma incisão de 6-8 cm no cotovelo, procede-se à descompressão (e transposição, se necessário) do nervo cubital, sob anestesia local e sedação em regime de ambulatório.

©2023 Clínica Neurocirúrgica Dr. Nuno Morais

bottom of page